Entrevista com Rafael Ferreira


Olá gente!!!


O post de hoje é para apresentar para vocês, mas um autor aqui do café! Rafael Da Silva Ferreira é autor de O Senhor das Águas e A Pedra da Perdição, o livro está disponível na Amazon. Nada melhor para conhecer um autor e sua obra do que perguntado para ele!


1. Nos conte um pouquinho sobre seu livro!

Bom, para começar, gostaria de agradecer ao Café de Autores por essa oportunidade de

falar sobre o meu livro. Ele é narrado na terceira pessoa e conta a história da criação do mundo de Aldiroön e de como surgiu as pedras da perdição. Elas foram criadas pelo mago Cesarem, que após ter sido expulso do país de Ilumar (Calauë), decide-se vingar do Senhor das Águias, criando essas pedras para abalar completamente o mundo de Aldiroön. Após séculos de guerras, Ilumar escolheu um simples ferreiro que trabalhava em uma pequena cidade chamada Caën. Pedro era reconhecido por todos, já que as produções das espadas reais eram feitas por ele. De início, ele cria uma certa resistência em partir, mas, após a morte de sua filha Sara, Pedro decide seguir as ordens de Ilumar. Ele queria vingar-se da morte de sua filha, já que ela fora assassinada pelo cajado de Cesarem (Degälion era um cajado de ouro, com o formato de uma serpente). Ao partir para o norte, encontrou o rei dos elfos, que por sinal, estaria convocado a participar desta missão. Não somente ele, mas haviam anões e centauros que foram chamados por Ilumar. Assim formou a sociedade da prata, com o objetivo de encontrar as pedras que estavam perdidas por Aldiroön.


2. Como foi começar a escrever? A ideia do livro já estava pronta?

Para mim foi uma experiência nova. Eu já havia elaborado alguns textos para blogs e informativos. Mas, escrever um livro, era um desafio que eu precisava passar. Como todos os autores já devem saber, o livro é como se fosse o nosso próprio filho. Algum dia, ele irá nascer. Claro que precisa de muita dedicação e tempo para sentar na frente do computador e escrever aquela fala, que as vezes, não sai tão bem assim. Em dezembro do ano passado, o meu “filho” nasceu. A ideia surgiu em uma madrugada, onde não estava conseguindo dormir. Revirava na cama, pensando em dois nomes: “Ilumar e Cesarem”. O prólogo surgiu em minha mente, só consegui dormir tranquilamente após colocar aquela história no papel. Cada capítulo eu bolava um esquema, não tinha a menor ideia o rumo que levaria aquela história. Mas graças a Deus consegui finalizar. Agora estou escrevendo o meu segundo livro, que conta a continuação desta história.


3. Você é psicólogo, certo? Acha que sua profissão ajuda na criação dos seus personagens?

Sim, me formei no ano passado. Talvez na criação da personalidade dos meus personagens. Cada um deles tem seus medos e seus desejos, e a psicologia me ajudou muito na hora de descrever sobre cada um deles.


4. Seus personagens são inspirados em pessoas reais? Tem algum que é, de certa forma, parecido com você?

Alguns deles são inspirados em pessoas reais. Como Pedro que se sentia incapaz de participar desta missão, ou como Beyën que se considerava o líder da sociedade, chegando a passar por inúmeras torturas por segurar a pedra da perdição. Então acaba sendo inspirado em pessoas que sentem incapaz de enfrentar os seus próprios problemas, e que muitas das vezes, são torturados por eles. Acho que os Elanfös se parecem um pouco comigo. Eles são criaturas caseiras, preferem ficar com os seus familiares, ou até mesmo, conversar com seus amigos nas tabernas. Mas quando algo ameaça o seu mundo, eles estão prontos para ajudar.


5. O gênero fantasia é recheados de autores incríveis e épicos, o que convida muita gente a escrever o gênero. Você, como autor, encontra dificuldade em inovar nas suas histórias? Quão grande é a influência de obras como Game Of Thrones, Senhor dos Anéis e afins?

É difícil fazer essa inovação, mas é preciso arriscar-se. O autor tem muita influência de seus escritores favoritos. Quando se cria um personagem, ou alguma cena, sempre vem em minha mente esta influência de certos autores que eu tenho admiração. Ou seja, a história sempre será diferente, mas a essência talvez seja o mais difícil de ser alterado, porque trazemos dentro de nós essa influência de nossos autores favoritos. Por exemplo, o escritor George R.R. Martin em suas obras, tem me ajudado muito em relação ao melhor desenvolvimento com a escrita e alguns nomes de objetos que eram usados na idade média. Já nas obras de Tolkien, o mundo que ele criou me influenciou a criar o meu mundo. Ele me abriu diversas possibilidades de criar novas histórias com personagens que ele já havia utilizado, como é o caso dos elfos e dos anões. Não posso esquecer de mencionar as obras de C.S. Lewis que me mostrou a beleza da criação, de como é importante passar uma mensagem positiva para o leitor.


6. Quando a escrita se tornou algo importante na sua vida?

A partir do momento que as ideias não cabiam mais na minha mente. Por essa razão, tive a necessidade de passar para o papel. Foi assim que comecei a ter amor pela escrita, e por necessidade, arrisquei em a amar os livros.


7. Tem algum ritual para escrever?

Tenho um ritual completamente esquisito. Eu coloco algumas músicas de fundo (com temas de filmes, séries) e começo a escrever. Me ajuda demais a formular ideias para aquela cena que estou prestes a escrever.


A auto publicação na Amazon foi uma escolha? Deu bons resultados?

A auto publicação na Amazon foi a minha única escolha para dar aquele passo inicial. Na verdade, eu comecei a divulgar na Wattpad e rapidamente tive mais de duas mil visualizações. Depois disso, comecei a utilizar esta plataforma de auto publicação. Enquanto eu não conseguir uma editora para o meu livro, ele continuará sendo vendido na Amazon. Posso dizer que tive alguns resultados significativos, ele está sendo lido por alguns leitores que estão apreciando o meu trabalho. A maioria dos feedbacks, são positivos.


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