Entrevista com Márcio Benjamin


Bom dia, gente!

O post de hoje é uma entrevista com o autor de terror Márcio Benjamin, os livros e contos dele se situam no nosso sertão. Vem conhecer um pouco sobre ele e seus livros!


1. Antes de qualquer coisa, gostaria de conhecer um pouco mais sobre você. Nos conte um pouco de si.

Bem, além de escritor eu sou advogado, tenho 36 anos, sou nascido, criado e vivo em Natal, no Rio Grande do Norte, sempre gostei de terror e suspense e escrevo desde os , sei lá, treze anos (risos). Publiquei dois livros, um deles, o maldito sertão, de contos acabou de ser adaptado para os quadrinhos e o Fome, está indicado a melhor romance juvenil pelo prêmio de biblioteca nacional.


2. Fale um pouquinho sobre seu novo livro, “FOME”.

Fome é um romance que narra as desventuras de um grupo de sobreviventes que estão tentando sobreviver em uma cidade do interior a qual está infestada de zumbis devoradores de carne humana. Em resumo, bem resumido, é isso.


3. O seu primeiro livro “Maldito Sertão”, segue a mesma temática de FOME, certo? Você coloca no nosso sertão brasileiro os cenários sobrenaturais e de horror que encontramos nos livros internacionais. De onde surgiu essa ideia?

Isso. Esse tema de lendas rurais (risos) eu gosto muito e vou continuar seguindo essa linha, pois quando comecei a escrever, era muito raro. Hoje, graças a Deus as coisas mudaram muito e já temos excelentes expoentes do nosso terror nacional. Acho importante essa valorização da nossa cultura, que é tão rica e peculiar.


4. Você sempre gostou de escrever? E o que te motivou a escrever contos mais “sombrios”?

Sim, sempre. Sempre fui muito influenciado por meus pais que estimularam muito a leitura, e daí pra escrita foi um pulo. Sobre o terror, eu acho que é um gênero magnífico e muito rico de significados e possibilidades de se exprimir uma história. Através do terror, do horror, você pode falar sobre o que quiser utilizando metáforas e representações.


5. Há algum autor que você toma como inspiração?

Stephen King, sempre, e muitos, muitos outros, Cortázar, García-Márquez, Borges, Marina Colasanti, Caio Fernando Abreu...dentre inúmeros outros.


6. Qual seu livro favorito?

Ah! (risos) Não me pergunte isso! (risos) Mas vamos lá, falando de terror, O Cemitério e Sombras da Noite, ambos de Stephen King.


7. Alguns autores escutam música para ajudar a entrar no clima de algumas cenas, já outros precisam de silêncio para se concentrar. Você tem algum ritual para escrever?

Na verdade não, comigo é o contrário, começo a escrever e o clima vem. Também prefiro silêncio, pois sou muito disperso.


8. Sendo um escritor de terror você tem alguma indicação de livro ou filme para que os leitores entrem no clima?

Tenho sim! Vou fugir um pouco do convencional, leiam um livro chamado “Aura” de um escritor mexicano chamado Carlos Fuentes. Super classudo e assustador! Em termos de filme, vejam um chamado “A troca”, terrorzão canadense dos anos 80.



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